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Faculdade Asces

03 de Janeiro de 2007 | 22:08 | Alexandre Costa
Sócrates e a ignorância que se sabe ignorante

Um filme extraordinário! E tendo como roteirista ninguém menos do que Platão, Xenofonte e Aristófanes, o resultado teria de ser maravilhoso. Eu apenas conhecia referências a essa obra-prima do cinema. Nunca lançado comercialmente no Brasil, agora a Versátil oferece ao público brasileiro esse filme sobre o final da vida de Sócrates, em especial o seu julgamento e condenação à morte. Rossellini foi muito fiel à figura do pai da Filosofia , tanto histórica quanto doutrinariamente.

Para tanto, usou vários diálogos platônicos, citando literalmente a Apologia - o discurso de defesa diante dos jurados -, o Críton, diálogo no qual um discípulo tenta convencer Sócrates a fugir e o Fédon, célebre texto que narra os últimos momentos do filósofo, como o da ingestão da cicuta, o desespero de Xantipa e dos filhos, o choro dos discípulos e, acima de tudo, a sua serenidade perante a morte. Também a República é citada, bem como a Apologia de Xenofonte e trechos inteiros de As Nuvens de Aristófanes, uma comédia que retrata Sócrates como um nefelibata e um sofista que engana os incautos.

Bem, os figurinos de Marcella de Marchis são belos, os cenários idem e a direção de Rossellini é perfeita. O ator que faz o mestre de Atenas é excelente, Xantipa e Críton convencem, tudo agrada plenamente. O espectador rirá bastante com a ironia do inventor da Filosofia e aprenderá muito sobre a Virtude, a Justiça e Beleza. Você verá Sócrates declarar-se ignorante, adotando a estratégia do não-saber, questionando implacavelmente o interlocutor e levando-o a se contradizer. A refutação das teses frágeis dos antagonistas levava ao momento maior do método socrático, a maiêutica ou a parturição das idéias, situação na qual o sujeito, tendo abandonado as crenças falsas, adota uma postura humilde em relação ao saber.

O interlocutor de Sócrates deixava, assim, a ignorância que se ignora e assumia a ignorância que se sabe ignorante, a atitude crítica e criativa resultante do exercício filosófico. E o que Sócrates pretende? Que cada um busque a verdade e pense por si mesmo!  Preconceitos e crenças falsas impedem que se enxergue corretamente. Livrar-se delas é imperativo para quem busca a Verdade. Aliás, Sócrates crê que buscar a Verdade é encontrar o Bem; a sua tese intelectualista indica que conhecer o Bem é praticá-lo.

Trata-se de uma tese muito otimista e que pressupõe o seguinte: ninguém pratica o mal voluntariamente, mas apenas porque ignora o Bem, apenas porque confundiu um bem aparente com o bem real! Ele crê firmemente nisso e dedicou sua vida a prová-lo. Acusado por Meleto, Ânito e Críton de corromper a juventude e de adorar deuses estranhos à cidade, Sócrates foi levado ao tribunal com 501 jurados, defendeu-se brilhantemente, mas terminou condenado. Instado a propor a sua própria pena, ironicamente Sócrates sugeriu que, devido aos serviços prestados à cidade, ele deveria habitar o Priteneu (prédio público) e receber uma pensão vitalícia! Isso revoltou os jurados que, em represália, condenaram-no à morte, tomando cicuta!

Passou um mês preso, aguardando o fim de um festival religioso e, nesse ínterim, seus discípulos, como Platão, Alcebíades e Críton, ofereceram-lhe a chance da fuga, mas Sócrates recusou, argumentando que já era velho demais para andar se escondendo, que não iria desmoralizar suas idéias e que não iria desrespeitar as leis de Atenas. O momento de sua morte, imortalizado por Platão no Fédon, mostra o pai da Filosofia tranqüilo, argumentando que o exercício filosófico ajudou-o a separar a alma do corpo e a preparar-se para encontrar os deuses e os sábios já mortos. No momento culminante do filme, toma a cicuta, caminha um pouco para ajudar no efeito do veneno, repreende os discípulos pelo choro, deita-se, cobre-se com um lençol e morre. Grande filme, grande Sócrates!
Sócrates (Socrate)
Diretor: Roberto Rossellini
Elenco: Jean Sylvère, Anne Caprile e Beppe Manniuolo
Roteiro: Marcella de Mariani, Renzo Rossellini e Roberto Rossellini
Itália, 1971 DVD VERSÁTIL

 
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03 de Janeiro de 2007 | 21:57 | Alexandre Costa
Falsa Loura: aprendendo as diferenças

O que dizer de um filme que começa citando Sócrates e a sua famosa tese da inseparabilidade da dor e do prazer e, logo em seguida, mostra duas mulheres belíssimas dançando sensualmente? Estranho, não? O diretor Carlos Reichenbach (Garotas do ABC, Anjos de Arrabalde) dá mostras da sua erudição e do seu talento com esse interessante filme sobre as brasileiras operárias.

Original e criativo, o diretor brinca com os gêneros fílmicos, citando não apenas diretores, mas até mesmo o filósofo medieval João Scoto Erígena, numa rápida referência à contemplação mística. Reichenbach  também brinca com o kitsch, como na cena em que o personagem de Maurício Mattar canta para Silmara uma canção melosa num cenário de papelão sobre um mar de plástico azul (lembra o Fellini de La Nave Va). Em outra cena inesperada e heterodoxa, uma garota quase nua comenta o pensamento de Sócrates. A música é ótima, as atrizes são lindas, o filme todo é uma homenagem às mulheres e pode também ser visto como uma análise das relações prazer/dor.

Ora, os antigos filósofos hedonistas consideravam que o bem é o prazer e que o mal é a dor. Discordando deles, Kant condenou o hedonismo como uma “moral material” incapaz de prover completa segurança aos conceitos morais fundamentais. De toda forma, para os antigos a busca filosófica da felicidade estipulava que não havia incompatibilidade entre a felicidade e o bem.

Reichenbach mostra a história de Silmara (Rosanne Mulholand), operária numa fábrica em São Paulo e dona de rara beleza. Loura tingida, ela é “descolada”, auto-suficiente, parece entender de moda, de dança e de música. Pontifica entre as demais operárias como um ideal inatingível! Silmara está em busca da “vida boa”, para ela apenas uma concepção confusa das relações entre o prazer e o bem. Infelizmente, ela não consegue estabelecer uma mínima distância crítica em relação ao seu conhecimento atual, não sabe como buscar mais informações sobre o mundo real e tampouco tem como orientar a busca potencial daquelas informações. Silmara se restringe ao sensorial, não sabe o que se deve buscar para ser feliz e muito menos consegue escolher os meios adequados para atingir os fins desejados. A sua família é problemática: ela mora sozinha com o pai – um ex-presidiário - e sustenta a casa; o irmão é um travesti que fugiu de casa e odeia a figura paterna. Silmara vive feliz com o reconhecimento das colegas. Nos fins de semana, todas freqüentam um clube do bairro, o Alvorada.

Numa noite de sábado, Silmara encontra o cantor Bruno (Cauã Reymond), da banda “Bruno e os seus Andrés”. Para inveja das colegas, passa um longo fim de semana com ele no Guarujá, correndo o risco de ser despedida da fábrica. Mas para Bruno, ela é apenas uma fã pobre e bonita. Silmara ainda conhece ainda um outro cantor, um certo Luis Ronaldo (Maurício Mattar), que a convida para um fim de semana numa fazenda, criando uma atmosfera de Cinderela para seduzi-la.

O espectador logo verá que a heroína é uma pessoa de caráter, apesar de confusa. Com toda essa reviravolta em sua vida, Silmara aprenderá, em pouco tempo, que o prazer e a dor são as duas faces de uma mesma moeda. Considerar apenas o sentimento, o interesse ou o desejo como os critérios últimos da busca pela felicidade representa arriscar tudo em troca do efêmero. É como se a citação socrática inicial viesse, ao fim, a adquirir o seu pleno sentido: “conhece-te a ti mesmo!”

Filme: Falsa Loura
Diretor: Carlos Reichenbach
Elenco: Rosanne Mulholand, Djin Sganzerla, Cauã Reymond e Leo Áquila.
Brasil 2008. Em exibição no cine Rosa e Silva 3.

 
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01 de Julho de 2008 | 21:15 | Alexandre Costa
O Sonho de Cassandra: um destino anunciado e ignorado.

O grande diretor Woody Allen errou a mão dessa vez. Morando agora na Inglaterra, Allen desenvolveu o projeto de hum filme por ano e com bons resultados como Match Point, um filme sobre dinheiro e sorte. O sonho de Cassandra também trata da sorte e da ganância por dinheiro, mas perde-se um pouco no caminho. Ainda assim, pode ser assistido, porque o ruim de Allen ainda é melhor do que a maioria dos filmes por aí.

O filme mostra dois irmãos ingleses às voltas com problemas financeiros. Ian (Ewan McGregor) dirige o restaurante do pai, mas busca um futuro melhor inventando planos de montar uma rede de hotéis na Califórnia. Puro delírio! O seu irmão Terry (Colin Farrel) é mecânico, bebe muito e aposta no pôquer e na corrida de cães. Vive endividado. Ambos procuram uma saída para a pobreza. E logo no início do filme compram um pequeno barco, chamado “O Sonho de Cassandra”, uma metáfora do desastre.

 

Nas horas vagas, Ian toma emprestado os carros de luxo para conserto na oficina de Terry e sai para impressionar as mulheres. Mas a oportunidade de grana surge quando o tio deles Howard, um rico médico residente na América, propõe-lhes muito dinheiro em troca da morte de um rival disposto a prejudicá-lo. Os irmãos hesitam, mas, ao fim, aceitam cometer o homicídio.

Allen, na verdade, mostra os protagonistas lidando com dois níveis de sorte: o primeiro deles, mais simples e de alcance mais limitado, restringe-se às corridas e às cartas, onde ganham ou perdem somas razoáveis. O segundo nível, mais complexo, força perigosamente os limites da moral e arrisca a estabilidade da vida de cada um deles. Os irmãos, por força do desejo de dinheiro, cavam o seu próprio destino trágico. Alguns diálogos do filme aludem às tragédias gregas, algo que encaixa perfeitamente no tom do roteiro.

Ora, o destino é definido por Kant, em A Paz Perpétua, como a resultante necessária de uma causa cujas leis operativas nos são desconhecidas. Esta é a primeira armadilha para os dois irmãos. A segunda delas é irônica: Cassandra era uma figura mitológica grega, filha de Príamo e de Hecabe. Apolo a amava, mas foi por ela rejeitado. Despeitado, o deus tornou inútil o dom profético que lhe concedera, tirando toda a credibilidade de seus vaticínios. Cassandra passou a fazer apenas previsões funestas, como a da derrota de Tróia e sempre para ouvidos surdos (como os de Terry e de Ian) Eis a grande ironia do filmes: ouvir a advertência da razão e ignorá-la. E se o sonho de dinheiro foi inspirado por Cassandra, então um final trágico já seria previsível. Tudo começou no barco e tudo terminará no barco!

O sonho de Cassandra (Cassandra’s Dream)

Diretor: Woody Allen

Elenco: Ewan McGregor, Colin Farrel, Tom Wilkinson

EUA/Inglaterra/França, 2007.

Em exibição nos cinemas do Recife

 
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11 de Junho de 2008 | 19:27 | Alexandre Costa
Zona do Crime: o retorno ao estado de natureza

A primeira sensação de quem assiste a esse filme é a de incômodo, pois, para nós, habitantes das áreas metropolitanas do Terceiro Mundo, a temática tratada é muito familiar: a desigualdade gritante! No mesmo bairro de uma grande cidade mexicana, um condomínio de luxo encontra-se cercado por favelas de todos os lados. Mansões, carros importados, segurança ostensiva e eletrônica fazem de “La Zona” uma espécie de Miami deslocada e implantada no coração do México.

Poderia ser no Recife: a pobreza é a mesma, os tipos físicos são semelhantes, mas a absurda violência recifense certamente suplantaria qualquer outra por aí. O diretor Rodrigo Plá foi corajoso ao abordar um tema paradoxalmente explosivo e banal, na medida em que estamos todos acostumados à miséria que assola a população pobre da AL. Plá foi imaginativo porque filmou uma situação dramática que ressalta magistralmente a vergonha das diferenças. Assim, o filme começa com um adolescente dirigindo um utilitário BMW pelas ruas do condomínio e parando numa esquina onde um escolar fardado comanda o trânsito civilizadamente, facilitando a passagem de crianças pela via pública. Essa cena, ao final, revelar-se-á muito irônica, face à barbárie ali ocorrida.



Na trama, numa noite de tempestade, um enorme outdoor cai e derruba os muros eletrificados do condomínio, abrindo uma passagem pela qual se esgueiram três garotos da favela. Em ato contínuo, eles invadem uma mansão para roubar objetos de valor. São surpreendidos pela proprietária, armada com uma pistola. Os ladrões reagem, matam a velha senhora e fogem.

Descobertos, começam um tiroteio com os moradores, um segurança é morto acidentalmente, dois assaltantes também morrem e o terceiro deles, Miguel, de dezesseis anos, consegue esconder-se nos bosques do condomínio. Fazem-se milícias em busca de vingança, pois a única regra válida agora é “olho por olho, dente por dente”. Quanto aos assaltantes mortos, são descartados jogando-se os seus corpos no lixo. Trata-se de expelir os estranhos e de restaurar a pureza, como diria Zygmunt Baumann. Hobbes explicaria facilmente esse retorno ao estado de natureza.

Sendo o capitalismo uma ideologia individualista que valoriza a pessoa exclusivamente por seus compromissos com o desejo de acumulação material-intelectiva, não é de admirar que o critério fundamental da legitimação da acumulação privada seja também um critério de distinções de classes. A partir dessa visão uniformizadora, o capitalismo não pode admitir uma pluralidade de valores nem adotar a idéia da igualdade de oportunidades (bioculturais). A pluralidade ética seria admitir para si e para os outros um respeito universal pelas diferentes ordens de valores. Isso, o capitalismo finge adotar!

O grande mérito do filme consiste em mostrar os critérios ostensivos de tais distinções (luxo/miséria), salvaguardados, é claro, por esquemas de segurança privada. Na obra, a ordem capitalista de valores parece eternizar-se através da exclusão dos favelados de qualquer perspectiva de vida decente, reduzindo-os à condição de criminosos passíveis de rápida eliminação.

Na trama do filme, o filho de um dos condôminos descobre o esconderijo do menor, apieda-se dele e passa a protegê-lo da fúria assassina dos seus vizinhos. Por outro lado, o delegado que desconfia da tragédia e tenta investigar, sabendo que três adolescentes desapareceram na noite da tempestade e que talvez tenham invadido o condomínio, termina esbarrando no poder econômico e político dos moradores.

Em meio à violência do estado de natureza instalado, o garoto rico vive uma experiência de descoberta do mundo real, do qual a existência burguesa sempre mantivera afastado. E nós, habitantes das metrópoles pobres da América Latina, assistindo ao filme, teremos a certeza de como é frágil e absurdo o muro que construímos contra a pobreza onipresente e a violência dela resultante.
Zona do Crime (La Zona)
Diretor: Rodrigo Plá
Elenco: Daniel Tovar e Maribel Verdú
México 2007. Em exibição na sala da Fundaj.

 
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11 de Junho de 2008 | 18:23 | Alexandre Costa
Na Natureza Selvagem: o desastre do individualismo

Maravilhoso, excelente! Alugue logo, pois é um filme imperdível. Baseado no livro homônimo de John Kracauer, também autor de “No ar rarefeito”, o filme de Sean Penn (igualmente o roteirista) mostra a história de Christopher McCandless, um jovem promissor recém-graduado com notas excepcionais na Universidade Emory.. Mas em vez de cursar direito em Harvard, como é o sonho da elite americana, o nosso herói, para choque de seus pais, doou sua poupança de 24 mil dólares e preferiu abandonar tudo, desaparecendo no mundo,.

Fugiu da civilização com exagero, queimando o dinheiro restante e atravessando a América como andarilho. Inventou o nome de Alex Supertramp (“Super-andarilho”). Trabalhou em fazendas e lanchonetes, pegou trens de carga, conheceu gente interessante até meter-se no Alasca, na floresta gelada e inóspita. No meio do nada, Alex encontrou um velho ônibus abandonado e que lhe serviu de casa pelo resto de tempo, como parecia já ter servido para alguém antes.

Ao deixar o conforto da vida burguesa, ele pretendia descobrir a verdade de sua existência e inspirava-se em Tolstoi, Rousseau e Thoreau. Tolstoi, por exemplo, influenciou Wittgenstein e Ghandi, com as suas teses da não-violência e da necessidade de uma revolução interior para que se chegue à contemplação beatífica do eterno presente. Tolstoi achava que a civilização tende a destruir as disposições primitivas naturais do homem, todas elas boas e que só florescem em liberdade. Alex pensava o mesmo, acreditando que um “retorno à terra” era necessário.

Alex enfrentou o inverno no Alasca, caçou para alimentar-se e viveu como imaginava ser o “homem natural” de Rousseau. Sua postura era altamente romântica, no sentido de uma ênfase no incomensurável e no infinito: aí estava a Natureza, soberba e sublime, fazendo do ser humano um ponto insignificante esmagado pelas forças naturais dinâmicas.

Em última análise, o nosso personagem resvala para aquilo que parece ser o destino do homem moderno, o individualismo, associado ao descentramento, o exercício crítico do sujeito em relação às normas incorporadas em sua comunidade. Ele acreditava poder escutar a voz da natureza lhe dizendo os critérios para julgar o bem e o mal, independentemente da religião e da moral institucionalizada das demais pessoas. Alex acreditou que o seu desejo de auto-realização deveria ser um feito solitário, como uma aventura de descoberta profunda. Mudou radicalmente, e o tempo todo tentou dar o nome correto às coisas, inclusive a si próprio.

Sabe-se que os gregos praticaram uma ética comunitária, assimilando o indivíduo à  polis. O homem moderno, por sua vez, sempre postulou que o bem individual prevaleceria sobre o bem comunitário e que sua aspiração à felicidade tinha total primazia. Talvez tarde demais Alex descobriu que a felicidade existe apenas quando compartilhada. Um dos pontos altos do filme é o manancial de questões cruciais para o século XXI: por que ainda acreditamos ser os mestres da Natureza? Como mudar de vida sem, contudo, colocar em perigo a nossa segurança? O filme desperta tudo isso, agrada como cinema, a música é belíssima. Não é possível assistir a esse filme sem ficar profundamente tocado!

Filme: Na Natureza Selvagem (Into the Wild)
Diretor: Sean Penn
Elenco: Emile Hirsch, William Hurt e Márcia Gay Harden.
EUA, 2007, DVD Paramount.

 
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Alexandre Costa
Este Blog traz a relação entre o que é produzido pelo cinema e o que é discutido em filosofia. Dicas, críticas e uma análise geral da sétima arte você encontra aqui.
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